Mandado construir por Inês Antónia da Cunha no final do século XVIII, o palácio pertenceu depois aos condes da Guarda. Painéis religiosos de azulejo distinguem a fachada civil. Vendido em 1917, teve vários usos antes de acolher os Paços do Concelho em 1940; o rés-do-chão inclui hoje o Museu da Vila.
Uma interpretação cultural contemporânea da Xiaoxiong inspirada no I Ching; não é intenção arquitetónica, facto histórico ou adivinhação. História e localização baseadas em fontes públicas; auditoria no local por concluir.
Compare os painéis da frente e da lateral e identifique entradas do museu e dos serviços.
I Ching · Leitura independente
Yi · Benefício
A posição desta leituraO benefício público mede-se por quem dele participa.
Uma leitura editorial contemporânea através do I Ching, aberta a debate e crítica; não representa a intenção original do edifício nem a posição do local.
Explorar a leitura do I Ching
O texto clássico e o edifício
HEXAGRAM 42
42Yi · BenefícioYi · Benefício
Zhou Yi · Imagem · Excerto e tradução editorial
风雷,益。 Vento e trovão: Yi.
Yi desloca o olhar do prestígio do palácio para o uso público. Entradas claras, informação compreensível e participação tornam essa mudança concreta.
01
Da posse ao uso
A propriedade pública é um começo; o acesso continua a exigir respostas.
02
Visível e acessível
Uma fachada reconhecível precisa de serviços igualmente legíveis.
03
De quem é a história
A história municipal deve incluir quotidianos, além de nomes ilustres.
Outro olhar · I Ching
Uma interpretação cultural contemporânea da Xiaoxiong inspirada no I Ching; não é intenção arquitetónica, facto histórico ou adivinhação. História e localização baseadas em fontes públicas; auditoria no local por concluir.