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ODI-009 / Caneças

Centro Interpretativo das Águas de Caneças · Fonte das Piçarras

Rua do Pinhal Verde, 2, Caneças

Centro Interpretativo das Águas de Caneças · Fonte das Piçarras · Fotografia de arquivo
Centro Interpretativo das Águas de Caneças · Fonte das Piçarras · Fotografia de arquivo · Fotografada em 2022-05-21
Origem e licença da fotografia

GualdimG · CC BY-SA 4.0

Página da fotografia original ↗

Pré-visualização recortada; consulte a fotografia original. A fotografia não confirma as condições atuais do local.

01 / Histórias dos edifícios

Ler o edifício, conhecer uma forma de viver.

A água ligou Caneças ao abastecimento quotidiano de Lisboa e moldou formas de trabalho e de vida. A documentação municipal regista a aquisição da Fonte das Piçarras em 2011, o seu restauro e a criação de um centro interpretativo dedicado à história da água e ao seu valor ambiental futuro.

Bica, colunas espiraladas e arco dão forma arquitetónica a uma instalação útil. O guia municipal de 2020 refere que a exploração comercial foi licenciada em 1933. Ler a fonte com a exposição ajuda a reconhecer a água como recurso que exige cuidado comum.

O que observar

Siga o percurso autorizado e observe a bica, as colunas e a exposição. Procure indícios de recolha e transporte. Uma fonte histórica não garante água potável hoje.

Fonte documental ↗

02 / Reflexão pelo I Ching

Jing · Cuidar daquilo que nos sustenta

Jing convida a reconhecer os recursos partilhados. A água que chega às nossas mãos depende do ambiente, de instalações e de trabalho. Conhecer essa origem torna a manutenção e a contenção mais concretas.

A partir da arquitetura

Imagine, a partir de um local permitido, como se colocavam os recipientes e como as pessoas se aproximavam e afastavam. Confirme essa hipótese na exposição. O antigo uso comercial não equivale a uma autorização de uso atual.

Levar a pergunta para a vida

Água, conhecimento e caminhos dependem de manutenção continuada. Reduzir desperdícios, comunicar problemas concretos e respeitar o trabalho de quem cuida são formas de participação. Na próxima comodidade de que beneficiar, procure reconhecer uma pessoa ou etapa que a tornou possível.

Experimentar aqui

Encontre na exposição uma etapa entre a nascente e o utilizador e pense numa forma de evitar um desperdício hoje.

De que recurso público depende todos os dias sem quase reparar nele?

Uma leitura cultural contemporânea de Xiaoxiong inspirada no I Ching. A relação com o edifício é uma proposta editorial, não uma intenção do arquiteto nem uma influência histórica comprovada. Não se destina a adivinhação.

03 / Vida por perto

Uma mesa por perto

Registos de restauração até três quilómetros em linha reta do ponto de referência. Muros, caminhos de ferro e desníveis podem aumentar o percurso. Confirme a entrada e se o estabelecimento está aberto.

O mapa pode ter omissões. Os registos não confirmam funcionamento, ementa ou reservas. Por defeito, são apresentados os registos com morada preenchida; pode incluir os restantes.

04 / O Banco dos viajantes

Sente-se um pouco. Deixe uma observação.

De que recurso público depende todos os dias sem quase reparar nele?

Abrir o Banco deste edifício →